O que é — e o que não é — Cirurgia Minimamente Invasiva (MIS)
A cirurgia MIS permite tratar deformidades com incisões reduzidas, preservando estruturas e diminuindo o trauma cirúrgico. Isso tende a traduzir-se em menor dor pós-operatória, recuperação funcional mais rápida e cicatrizes discretas.
MIS não significa “cirurgia simples”. A qualidade do resultado depende da indicação, do planeamento e da execução com precisão.
- Portais milimétricosMínima agressão às partes moles.
- Correção anatómicaObjetivo: alinhar e devolver função.
- MétodoPrevisibilidade exige controlo do gesto.
Microcirurgia Guiada por Ecografia
A ecografia musculoesquelética melhora a decisão clínica e aumenta a segurança ao permitir visualizar estruturas relevantes (partes moles, trajetos e zonas sensíveis) e reduzir dependência exclusiva da palpação.
- Ver estruturas críticasMais controlo e menor risco iatrogénico.
- Confirmar posicionamentoMais consistência em manobras delicadas.
- Planeamento mais finoIndicação mais rigorosa, sobretudo em casos complexos.
O que muda na prática para o paciente
A diferença não é “ter MIS”. É como é executada e com que preservação anatómica.
Cirurgia convencional
- Incisões mais amplas
- Maior agressão de partes moles
- Recuperação mais prolongada
- Cicatrizes mais visíveis
Microcirurgia / MIS
- Portais milimétricos
- Preservação máxima
- Marcha protegida mais precoce
- Cicatrizes discretas
Indicações e patologias tratadas
Indicação sempre individual e confirmada por avaliação clínica e imagiológica.
Recuperação funcional: expectativas realistas
A recuperação varia conforme patologia, procedimento e resposta individual. O objetivo é retorno funcional seguro, com progressão orientada por critérios clínicos.
Marcar avaliação com ecografia
Triagem e agendamento pelo WhatsApp. Indicação sempre individual.
FAQ — Direto ao ponto
Vou precisar de muletas?
Na maioria dos casos, não. É habitual marcha protegida com calçado pós-cirúrgico. Depende do procedimento.
MIS é indicada para todos os casos?
Não. A indicação é individual, baseada em exame clínico e imagiologia.
Quando posso conduzir?
Varia com o pé operado e evolução funcional. Decide-se em revisão com critérios de segurança.